Não fui reformado! Fui transformado por Deus!

Nesse blog não fazemos proselitismo. Esse é um blog pentecostal voltado para pentecostais.
Veja na Bíblia os 5 PONTOS DO ARMINIANISMO. E veja aqui mais itens sobre Arminianismo.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Estudos sobre Arminianismo

Excelentes estudos sobre Arminianismo no Blog do Ciro:
PARTE 01
PARTE 02
PARTE 03
PARTE 04
PARTE 05

Nessa série o autor até critica o arminianismo por confundir com pelagianismo. Mas os pontos que ele defende são os 5 pontos arminianos.

Não me odeie porque sou arminiano!

Não me odeie porque sou arminiano!
Um excelente e ponderado texto destacando o fato principal de que somos todos irmãos em Cristo.

http://www.arminianismo.com/index.php?Itemid=28&id=917&option=com_content&task=view

Embora eu discorde do calvinismo, amo meus irmãos calvinistas!

Pré-Milenismo x Amilenismo

Pré-Milenismo x Amilenismo
Esse texto conta como e quando o pré-milenismo foi abandonado e trocado pelo amilenismo.Fica claro porque na época da Reforma o amilenismo estava em alta (e acabou sendo adotado pela teologia reformada).Anos mais tarde a doutrina pré-milenista foi resgatada.

http://pentecostalismo.wordpress.com/2008/07/06/escatologia-apocaliptica-e-pentecostalismo/

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Fundamentalismo, Liberalismo e Evangelicalismo

As fronteiras entre Fundamentalismo, Liberalismo e Evangelicalismo.
CLIQUE AQUI PARA LER

Uma frase que li na internet recentemente: "O amor não deve estar separado da verdade e a verdade não pode se divorciar do amor. A verdade não pode ser relativizada, mas o amor não deve ser abandonado. Quem realmente ama, conduzirá os seus a verdade, mas com muito cuidado e atenção. Os liberais exaltam o amor acima da verdade, enquanto os fundamentalistas exaltam a verdade acima do amor. Ambos, por caírem em extremos, estão redundantemente errados."

O evangelicalismo procura equilibrar verdade e amor.

3 Grandes Movimentos Teológicos Protestantes

Segue um resumo sobre os 3 movimentos:

A Reforma Protestante
Uma das marcas da Reforma Religiosa do século XVI foi a redação de “Confissões de Fé”, como a de Westminster e a de Augsburgo.Esse trabalho foi ampliado pelo movimento ortodoxo do século XVII, e tornado vivo pelo Pietismo, pelo Avivalismo e pelo Movimento Missionário (nos séculos XVIII e XIX). O Sínodo de Missouri da Igreja Luterana, por exemplo, é um dos herdeiros diretos dessa ortodoxia protestante continental.

O Movimento Evangelical – Herdeiro espiritual de Wycliffe, da Reforma, da Ortodoxia Protestante e do Pietismo (com calvinistas e arminianos), o Evangelicalismo se sistematiza na Igreja da Inglaterra no século XVIII (na “Igreja Baixa”), com sua ênfase na conversão pessoal e na salvação pela fé no sacrifício de Jesus Cristo, bem como na autoridade das Sagradas Escrituras, no retorno de Jesus Cristo para o Juízo Final e na importância da pregação. Fletcher, Verin, Romarine, Newton foram alguns dos seus expoentes. Seu grande gênio, sem dúvida, foi Charles Simeon, Capelão da Universidade de Cambridge. Foi dele integrante também o missionário Henry Martin, e o grupo de Claphan, defensor da abolição da escravidão e de reformas sociais e trabalhistas. Foram, também, seus frutos a CMA (Church Missionary Society), a Aliança Evangélica (1846), hoje WEF (World Evangelical Fellowship) e a ABU (CCU), fundada em Cambridge, em 1878 (hoje IFES – International Felowship of Evangelical Students), que só chegaria ao Canadá na década de 1930, e aos Estados Unidos apenas na década de 1940. O Evangelicalismo e a ABU são fenômenos europeus, dos séculos XVIII e XIX (a sede da IFES é, hoje, em Harrow, Inglaterra).

O Movimento Liberal (Liberalismo Teológico) - foi um movimento teológico cuja produção se deu entre o final do século XVIII e o início do século XX. Relativizando a autoridade da Bíblia, o liberalismo teológico estabeleceu uma mescla da doutrina bíblica com a filosofia e as ciências da religião. Ainda hoje, um autor que não reconhece a autoridade final da Bíblia em termos de fé e doutrina é denominado, pelo protestantismo ortodoxo, de "teólogo liberal".Oficialmente, a teologia liberal se iniciou, no meio evangélico, com o alemão Friedrich Schleiermacher(1768-1834), o qual negava essa autoridade e igualmente a historicidade dos milagres de Cristo. Ele não deixou uma só doutrina bíblica sem contestação. Para ele, o que valia era o sentimento humano: se a pessoa "sentia" a comunhão com Deus, ela estaria salva, mesmo sem crer no Evangelho de Cristo.Meio século depois de Schleiermecher, outro teólogo questionou a autoridade Bíblica, Albrecht Ritschl(falecido em 1889). Para Ritschl, a experiência individual vale mais que a revelação escrita. Assim, pregava que Jesus só era considerado Filho de Deus porque muitos assim o criam, mas na verdade era apenas um grande gênio religioso. Negou assim sistematicamente a satisfação de Cristo pelos pecados da humanidade, Pregava que a entrada no Reino de Deus se dava pela prática da caridade e da comunhão entre as pessoas, não pela fé em Cristo.Ernst Troeschl(falecido em 1923) foi outro destacado defensor do liberalismo teológico. Segundo ele, o cristianismo era apenas mais uma religião entre tantas outras, e Deus se revelava em todas, sendo apenas que o cristianismo fora o ápice da revelação. Dessa forma, tal como Schleiermacher, defendia a salvação de não-cristãos), por essa alegada "revelação de Deus" em outras religiões.

O Movimento Fundamentalista – inicialmente foi uma resposta ao liberalismo. Em 1895 ocorreu a Conferência Bíblica dos Protestantes Conservadores, em Niágara e em 1909 foi publicada a série “Os Fundamentos” contendo “Cinco Pontos Fundamentais”: a inerrância verbal das Sagradas Escrituras, a divindade de Jesus Cristo, o Nascimento Virginal, o Sacrifício Expiatório e o retorno corporal de Cristo; Mais tarde esse movimento virou uma ideologia e sub-cultura sectária, racista, moralista e antiintelectual no sul dos Estados Unidos, com reflexos, principalmente nas “Missões de Fé” dos anos 40-70 (chamado de neo-fundamentalismo); Os fundamentalistas costumam ter uma postura agressiva em relação aos homossexuais. Os evangelicais condenam o homossexualismo, mas procuram ter uma abordagem mais pacífica.

Recomendo ainda a leitura de 2 artigos sobre esse tema:
Fundamentalismo-Parte 01
Fundamentalismo-Parte 02