segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

É Lícito Falar em Línguas sem Interpretação!

Línguas sem Interpretação
Sim! É Lícito Falar em Línguas sem Interpretação!

Muitos reformados criticam os pentecostais por falarem em línguas no culto, mesmo sem interpretação. Usam um texto de 1Co14 para condenar essa prática.

Mas que tal analisarmos essa questão mais a fundo? Leia esses artigos:
Leia também outros artigos interessantes sobre o assunto:

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Princípios Bíblicos sobre Oração

A oração é realmente necessária? Por quê? Deus não é soberano? Ele não realiza sempre o que quer? Ele já não sabe do que eu preciso?

John Wesley estaria certo ao dizer "Deus não faz nada sobre a terra a não ser em resposta à oração de alguém"?


Veja nos artigos especiais ao lado, nosso estudo
"Princípios Bíblicos sobre Oração".

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Romanos 9 por William Lane Craig

Romanos 9 é muito usado por reformados para defender o calvinismo. Para tal isolam o capítulo do restante do livro de Romanos.
William Lane Craig, o maior apologeta da atualidade, mostra o que realmente o capítulo diz.
Leia nesse artigo:

quarta-feira, 10 de março de 2010

segunda-feira, 8 de março de 2010

Nem todo milagre vem de Deus!

Nem todo milagre vem de Deus!
O Espírito Santo poderia usar um falso crente para operar sinais e prodígios?
Será que os milagres da Universal vem mesmo de Deus?


Não creio que todo pregador da TV seja um falso profeta, mas certamente temos vários. Se a motivação de um pregador é arrancar dinheiro das pessoas certamente trata-se de um lobo roubador.

Não é errado o pastor pedir ofertas ou mesmo “patrocínio” de programa. Mas quando se manipula, faz promessas ou mente para arrancar dinheiro descobre-se a motivação.

A maior obra de Deus em nossas vidas não são os milagres, e sim a transformação de nossos corações. Milagres até na Umbanda e na Macumba se encontra. Transformação de vida só em Deus.

Recomendo fortemente o texto:
OUTRO JESUS, OUTRO ESPÍRITO, OUTRO EVANGELHO. Esse texto explica porque certos milagres não vem do Senhor.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Cristãos devem defender Leis Cristãs

Cristãos devem defender Leis Cristãs
(Texto inspiado em William Willbeforce)




sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Falsos Profetas

Falsos Profetas Pseudo-Arminianos

A grande maioria dos pastores evangélicos são homens sérios, simples, amorosos e que pregam a verdade doa a quem doer. Mas no meio evangélico há vários falsos profetas também. Os mais conhecidos são alguns tele-evangelistas famosos, mas há muitos outros lobos que são pouco conhecidos.

Normalmente na internet vemos críticas a falsos profetas famosos, e é dito que seguem a linha doutrinária arminiana. E dessa forma cria-se a (falsa) impressão de que só há falsos profetas entre os armianianos.

Mas é fácil entender o porquê disso:
1) No Brasil os arminianos são numéricamente muito maiores que os calvinistas, portanto, é natural haver mais apóstatas nesse meio.
2) Os arminianos são mais arrojados nos seus métodos de evangelismo e normalmente acabam se destacando mais na mídia. Se tivéssemos mais tele-evangelistas calvinistas teríamos uma impressão diferente, pois seus deslizes também seriam alvo de críticas.
3) Os principais críticos da internet são calvinistas, e naturalmente "a torcida do corinthians prefere criticar o palmeiras".
4) Por fim, vale dizer que alguns tele-evangelistas como o Edir Macedo seguem o pelagianismo e não o arminianismo, portanto não podem ser contados como arminianos.

Além disso, o arminianismo e o calvinismo são propensos a tipos diferentes de heresias.

O arminianismo pela ênfase no amor de Deus a todos é mais propenso a heresias que tentam atrair as pessoas (prosperidade, teísmo aberto, etc...). Mas é imprescindível dizer que ao enveredar por tais caminhos esses pregadores rompem com o legítimo arminianismo, pois este enfatiza a necessidade de arrependimento na conversão.

O calvinismo pela ênfase na soberania de Deus é mais propenso a heresias que tendem a acomodar as pessoas. Há muitos que dizem "Não precisamos orar e jejuar porque é tudo pela graça! Jesus já fez todo o sacrifício". (Leia Rom:12:1) E há muitos que não evangelizam porque crêem que Deus dará um jeito. Claro que o calvinismo não concorda com isso, e rotulam esses pregadores de "hiper-calvinistas".


Então vejamos: temos que usar o mesmo critério ao analisar os dois grupos teológicos.Se todos os calvinistas distoantes (hereges) podem ser chamados de hiper-calvinistas, então todos os armianos distoantes podem ser chamados de "pseudo-arminianos".

Agora se quiserem dizer que os tais tele-evangelistas hereges (Edir Macedo...) são arminianos, então teremos que incluir todos os hereges hiper-calvinistas como sendo calvinistas.

Alguém que não prega sobre arrependimento de pecados não é um legítimo arminiano. Por isso todos os pregadores da prosperidade e massageadores de egos não são arminianos.

David Wilkerson e Leonard Ravenhill são exemplos de autênticos pregadores arminianos.

Acorde igreja!
http://www.youtube.com/watch?v=KPjbDgilmCc

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pentecostais precisam de Reforma 2!

Pentecostais precisam de Reforma 2!

PENTECOSTAIS NÃO PRECISAM DE CALVINISMO

Um reformado disse outro dia: "Triste tempo em que os reformados precisam de renovo, e os renovados precisam de reforma".

E o pastor Hernandes Dias Lopes afirmou num artigo: "Aqueles que são mais zelosos da doutrina, não raro são os mais apáticos no fervor. Aqueles que mais conhecem menos fazem. Aqueles que têm mais luz muitas vezes são os que têm menos calor".

Isso é uma constatação óbvia - o calvinismo mata o fervor!!

Muita gente tem idealizado que o calvinismo seja a solução para o pentecostalismo (atualmente envolto em práticas estranhas). Mas isso é um ledo engano!

O calvinismo irá roubar coisas boas do pentecostalismo: o fervor, o zelo com a oração e com o evangelismo. Afinal, pra que orar e evangelizar, se Deus já determinou tudo?

Aderir ao calvinismo é tomar o remédio errado! Pode fazer bem no início pra algumas igrejas que são fervorosas, mas as novas gerações perderão o fervor, pois o pensamento calvinista as esfriará.

Sim, todos sabemos que houve calvinistas fervorosos como Spurgeon, Pipper, Wilberforce e muitos desconhecidos. Não estou falando que todos os calvinistas são frios e relaxados no evangelismo.

No entanto, conheço muitos calvinistas que amam estudar e discutir teologia, mas não são pessoas de oração e nem evangelizam. São apenas teóricos, encantados com a erudição calvinista. É verdade que são muitos zelosos com a doutrina (reformada), mas não se pode confundir isso com fervor espiritual. Conhecem as Escrituras, mas não o poder de Deus (Mt 22:29).

A julgar pelas igrejas calvinistas que conheço, concluo que os 5 pontos do calvinismo levam as pessoas a se acomodarem. As igrejas calvinistas aqui na minha cidade não são igrejas evangelizadoras. Estão há anos no mesmo tamanho. Não crescem. Não falo de crescimento explosivo, mas é de esperar que haja conversões. No entanto o povo não se sente chamado a evangelizar. Os membros não se sentem motivados a evangelizar. E sabemos que os membros refletem o que é pregado no púlpito e vivido pela liderança.

Talvez haja alguma igreja calvinista fervorosa e evangelizadora aqui na cidade, mas esse não é o padrão das igrejas calvinistas. Assim como deve haver alguma igreja pentecostal fria e apática, embora esse não seja o padrão.

Quando analisamos um movimento temos que analisar o comportamento predominante. Nesse aspecto vemos que o calvinismo não tem produzido igrejas de oração e nem igrejas evangelizadoras.

Certamente alguém vai responder ironicamente, dizendo que os arminianos crescem porque não pregam tudo que está na Bíblia. Isso não é verdade. Se olharmos para as igrejas arminianas sérias veremos que elas sempre cresceram e se dedicaram à oração. Basta ver a história da Assembléia de Deus, que durante décadas manteve uma doutrina pura e cresceu expressivamente.

PENTECOSTAIS PRECISAM DE ENSINO BÍBLICO!

Hoje alguns segmentos da Assembléia de Deus se deixam levar por ventos de doutrina. O motivo disso ter acontecido é que apesar de ter uma ótima teologia (pentecostal clássica), não conseguiram fazer o ensino chegar a todos de forma adequada.

Durante décadas a Assembléia de Deus teve pastores sem a menor instrução bíblica - no meu entender isso aconteceu devido ao crescimento explosivo e a demanda de obreiros ser maior que a capacidade de prepará-los. Por isso enviavam pastores mesmo sem preparo bíblico. Tais pastores tinham os dons espirituais, eram homens de Deus, mas faltava conhecimento da Palavra.

Foi por falta de conhecimento dos líderes que muitas igrejas perderam a centralidade na Palavra. Conheci pastores que inclusive criticavam o estudo teológico como sendo algo ruim (pensamento herdado do combate entre fundamentalistas e liberais).

Hoje muitas igrejas pentecostais só aceitam pastor com um mínimo de teologia. Mas nem sempre foi assim. E nessas décadas em que faltou instrução bíblica o povo ficou a mercê do que o pastor dizia no púlpito. Dessa forma ficou fácil introduzir ventos de doutrina.

Veja: no caso da Assembléia de Deus o problema não foi a falta de uma boa teologia, mas sim a dificuldade em fazer essa teologia se disseminar adequadamente. E, claro, há outros grupos pentecostais que ainda hoje são avessos ao estudo bíblico sério (Congregação Cristã e Deus é Amor, por exemplo).

Por isso afirmo que os pentecostais precisam de uma Reforma. E o único meio de promover isso é incutir no povo um preparo bíblico melhor. É preciso que os pentecostais (ou grande parte deles) tenham um encontro mais profundo com as Escrituras. Já conhecem o poder de Deus, falta conhecer mais a Bíblia.

Os pastores pentecostais precisam ensinar suas ovelhas, envolvê-las no estudo bíblico (seja com EBD, células, grupos caseiros...). Uma igreja pentecostal que tem apenas cultos e nenhum espaço de estudo bíblico precisa de Reforma. A igreja não pode ter uma postura do tipo "quem quer aprender que corra atrás - leia livros ou faça graduação em teologia".

A igreja é chamada a ensinar as doutrinas bíblicas aos crentes.

Mt:28:20: Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

1Tm:4:16: Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.

1Tm:5:17: Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina;

Muitos irmãos pentecostais estão indignados com o atual estado do pentecostalismo. Digo a eles que a melhor forma de produzirmos uma reforma é cada um promover o estudo bíblico em sua igreja local.

Tentar implantar o calvinismo seria um choque desnecessário e ruim. Mas retomar o estudo bíblico nas igrejas é algo simples e edificante.
Reformar é levar a Bíblia para o povo, como fez Lutero.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Pentecostais precisam de Reforma, não de calvinismo!

Pentecostais precisam de Reforma

Transcrevi abaixo um texto do pastor Hernandes Dias Lopes. É um artigo que soa equilibrado e aproximador, pois fala de unir reforma (doutrina) e avivamento (fervor).

Porém, não me escapa a impressão de que para o autor os reformados tem “A” doutrina e os pentecostais tem apenas o fervor. Falo isso não apenas pelo artigo, mas também porque essa visão preconceituosa é comum entre calvinistas!

É evidente que muitos pentecostais de hoje tem aderido a ventos de doutrina, advindos do neo-pentecostalismo (promessas de riquezas, amuletos, etc...). E é evidente que muitos pastores pentecostais se tornaram "mercadores da fé" explorando e enganado o povo.

Diante desse triste cenário, é inquestionável que os pentecostais contaminados precisam de uma reforma doutrinária, assim como os neo-pentecostais! Mas passar por uma reforma bíblica não é o mesmo que aderir ao calvinismo.

Quando o Rei Josias trouxe uma reforma à nação judaica, ele não implantou o calvinismo (pois esse nem existia). O que Josias fez foi afastar as doutrinas e práticas espúrias, voltando para a Bíblia.

2Reis:23:24: E também os adivinhos, os feiticeiros, os terafins, os ídolos, e todas as abominações que se viam na terra de Judá e em Jerusalém, os extirpou Josias, para confirmar as palavras da lei, que estavam escritas no livro que o sacerdote Hilquias achara na casa do SENHOR.

É disso que os pentecostais contaminados precisam – um retorno à Bíblia. Retornar significa voltar a algo que os pentecostais já tinham: a teologia pentecostal clássica.

Os pentecostais precisam de uma Reforma Bíblica, não de calvinismo.

Há muitas igrejas arminianas que se mantém fiéis à Bíblia, sem se levar por ventos de doutrina e sem comercializar a fé: luteranos renovados, batistas, metodistas e muitas igrejas pentecostais (com pastores íntegros e honrados).

Esses grupos arminianos juntamente com os grupos calvinistas fervorosos formam uma espécie de RESISTÊNCIA CRISTÃ, um oásis de ortodoxia bíblica e vida cristã, o remascente fiel.


Pr Cleber.


A igreja que eu preciso ser

Por Hernandes Dias Lopes

Eu ainda anseio ver uma igreja ortodoxa e piedosa. Uma igreja que tenha palavra e poder, uma igreja que tenha doutrina e vida. Eu ainda anseio ver aqueles que conhecem a verdade sendo transformados por ela a ponto de se tornarem pessoas humildes e não arrogantes.

Eu ainda anseio ver uma igreja cujas obras provem a sua fé e cuja fé honre ao seu Senhor. Eu ainda anseio ver uma igreja que pregue com fidelidade, ensine com autoridade e cante louvores a Deus com fervor. Eu anseio ver uma igreja onde Jesus tenha supremacia e as pessoas sejam verdadeiramente amadas. Eu creio que meus olhos verão ainda essa realidade.

A fé vê o invisível. Ela caminha no meio da escuridão das circunstâncias, guiada pela luz da verdade. Os olhos da fé não estão postos na improbabilidade da situação circundante, mas nas promessas fiéis daquele que não pode falhar. Mesmo que os horizontes sejam pardacentos, mesmo que as circunstâncias sejam desfavoráveis, mesmo que a oposição seja sem trégua, eu ainda anseio ver uma igreja onde a doutrina dará as mãos ao fervor, onde a ortodoxia se vestirá com a túnica da santidade, onde a reforma desembocará no reavivamento.

Estou cansado de ver o povo de Deus bandeando ora para um extremo ora para outro.
Aqueles que são mais zelosos da doutrina, não raro são os mais apáticos no fervor. Aqueles que mais conhecem menos fazem. Aqueles que têm mais luz muitas vezes são os que têm menos calor. Aqueles que estadeiam sua cultura são os que menos refletem a doçura do Salvador. Ah! Eu ainda anseio ver uma igreja firmada na doutrina dos apóstolos, que ora e cante com entusiasmo. Uma igreja que tenha temor de Deus e alegria do Espírito. Uma igreja que tenha profunda comunhão interna e grande simpatia dos de fora.

Vejo com tristeza
aqueles que tolamente abandonam a doutrina para buscar experiências arrebatadoras. Onde falta a semente da Palavra, não se vê o fruto da verdadeira piedade. Não é a experiência que conduz à verdade, mas esta deságua naquela. A vida decorre da doutrina e não esta daquela. Precisamos de uma igreja que seja ortodoxa sem deixar de ser ortoprática. Os que se desviaram da Palavra em busca de experiências, precisam de uma nova reforma e os que se desviaram da piedade e ainda conservam sua ortodoxia precisam de reavivamento. Eu ainda anseio ver uma igreja doutrinariamente fiel, mas que seja ao mesmo tempo amável e acolhedora aos que se aproximam. Uma igreja que ensine doutrina com zelo, mas que adore a Deus com fervor. Uma igreja que prega a verdade, mas vive em amor. Uma igreja onde a proclamação não está na contramão da comunhão.

Eu ainda anseio ver uma igreja que seja fonte para os sedentos, oásis para os cansados, refúgio para os aflitos, lugar de vida para os que cambaleiam na região da sombra da morte. Eu anseio ver uma igreja que viva para a glória de Deus, que honre o seu Salvador, que seja cheia do Espírito Santo, que adore a Deus com entusiasmo, que pregue sua Palavra com fidelidade e acolha as pessoas com efusiva alegria e redobrado amor. Que o meu e o seu anseio se tornem motivo das nossas orações até que vejamos cair sobre nós essa bendita chuva da restauração espiritual.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Deus faz o mal?

Deus faz o mal?

É muito comum os calvinistas apelarem para alguns textos do AT para insinuar que Deus pré-determinou todos os acontecimentos, e inclusive que Ele é o causador de todo tipo de mal (inclusive o pecado). [Vale dizer que há calvinistas que crêem na dupla-predestinação, sem acreditar nessa doutrina da Providência, que diz que Deus causa tudo, inclusive todo mal no mundo]

Os que acreditam que Deus predeterminou tudo combatem a idéia de que Deus permite certos acontecimentos. Para eles Deus decretou tudo. Somente um deus muito inseguro teria receio de permitir que suas criaturas fizessem escolhas. Mas o Deus da Bíblia não é inseguro e nem um ditador tirano. Ele age com braço forte muitas vezes, pois é Soberano. Mas não priva as criaturas de sua liberdade.

Vejamos algumas passagens que os calvinistas usam para dizer que Deus decretou tudo, inclusive todo o mal e os pecados dos homens.

"Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e
crio o mal; eu sou o Senhor, que faço todas estas coisas." Isa 45:7
è Deus cria o mal, ou seja, às vezes Deus decide punir ou castigar um povo que lhe afrontou. Ele é Soberano e pode fazer isso. Nesse tempo Isaías profetizava que se o povo de Israel não se arrepende-se sofreriam o castigo divino, e Deus mostra que deviam temê-lo. Da mesma forma Amós alertava: Am:3:6: Sucederá algum mal na cidade, sem que o SENHOR o tenha feito? Era um aviso de castigo divino.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"...condoeram-se dele, e o consolaram de todo
o mal que o Senhor lhe havia enviado;..." Jó 42:11
è Deus usa o sofrimento para provar Seus filhos ou mesmo ensinar-lhes algo.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"... e o atormentava um
espírito maligno da parte do Senhor." 1Sm 16:14
è Deus pode usar demônios para punir alguém se Ele quiser.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"Eu, porém,
endurecerei o coração de Faraó..." Êxo 7:3
è Deus pode endurecer o coração de uma pessoa se Ele quiser.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"
O Senhor fez tudo para um fim; sim, até o ímpio para o dia do mal." Prv 16:4
è Deus criou o mundo mesmo sabendo que haveria ímpios – os ímpios portanto fazem parte do plano divino. Foram criado por Deus e sofrerão o devido castigo por suas escolhas.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"Eis que
o Senhor esvazia a terra e a desola, transtorna a sua superfície e dispersa os seus moradores." Isa 24:1
è Novamente vemos que Deus pode trazer punição ao mundo.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"E todos os moradores da terra são reputados em nada; e
segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e entre os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?" Dan 4:35
è Novamente vemos que Deus é Soberano.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"
Por que, ó Senhor, nos fazes errar dos teus caminhos? Por que endureces o nosso coração, para te não temermos? Faze voltar, por amor dos teus servos, as tribos da tua herança." Isa 63:17
è Quando um povo atinge certa medida de pecado Deus decide não mais perdoá-lo. Ele é Justo e Soberano.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"E se o profeta for enganado, e falar alguma coisa,
eu, o Senhor, terei enganado esse profeta; e estenderei a minha mão contra ele, e destruí-lo-ei do meio do meu povo Israel." Eze 14:9
è Quando um profeta falasse mentiras Deus estaria trazendo destruição sobre ele.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"E por isso
Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira; para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na injustiça." 2Ts 2:11e12 (Prv 16:4)
è A operação do erro (enviada por Deus) serve para provar aos que não crêem na verdade que eles são culpados. É exatamente isso que o arminianos apregoam: Deus criou a humanidade com livre-arbítrio, e devido à queda os colocou num mundo onde há verdade e mentira. Cada um faz sua escolha (em resposta ao Espírito Santo). Os que crêem na mentira serão condenados.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"Com ele está a força e a sabedoria;
são dele o enganado e o enganador." Jó 12:16
è Deus tem poder sobre o enganado e sobre o enganador.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"...conforme o propósito daquele que
faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade," Ef 1:11
è Tudo acontece dentro da vontade de Deus. Nada escapa ao seu controle. Quando um homem peca ou rejeita a salvação só pode fazê-lo porque Deus assim permite. Quando um homem se converte só pode fazê-lo porque Deus assim permite. Deus determinou que fosse dado oportunidade de salvação a todos os homens. O plano dEle é que o homem faça suas escolhas (Dt 30.19).
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.

"que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antigüidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho subsistirá, e
farei toda a minha vontade;" Isa 46:10
è Sim. Nada acontece fora da vontade de Deus. O diabo só pode agir porque Deus assim quer e permite. Os homens só podem pecar porque Deus quis lhe dar o livre-arbítrio. Deus faz a vontade dEle. E chegará um momento em que Ele dará um basta nesse mundo e julgará a todos.
O texto não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.



Rearfirmo categoricamente: A Bíblia não diz que todos os males do mundo e todos os pecados das pessoas são causados por Deus.


O calvinismo diz isso. A Bíblia não diz.

Sim, Deus pode trazer o mal (punição) sobre alguém. Mas Deus nunca leva alguém a pecar.


Tg:1:13: Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.
Tg:1:17: Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.


No máximo Deus endurece corações para que não vejam a verdade e se convertam. Ele faz isso com pessoas ou povos que chegaram no limite de Sua paciência. Tem ocasiões em que um grupo de pessoas atinge um grau tão alto de pecado que Deus decide destruí-los (Gn:15:16), isto é, não mais salvá-los. O dilúvio e a destruição de Sodoma e Gomorra são os exemplos mais clássicos disso. Mas antes de atingirem esse grau extremo de pecado todas essas pessoas poderiam ter escolhido a salvação - elas não estavam determinadas ao inferno. Foi no uso do seu livre-arbítrio que elas traçaram um caminho sem volta acendendo a ira de Deus. Em Isaías 6.8-13 vemos claramente que o Senhor estava sacrificando e rejeitando uma parte do povo (que já se achava perdida) para que a "santa semente" (os fiéis) não se perdesse.


A mesma coisa aconteceu nos tempos de Jesus: certas pessoas já haviam atingido um grau de pecado tão alto que Deus não quis mais salvá-las – por isso falou por parábolas para que essas pessoas não entendessem (Mc 4.11,12). Deus é amoroso (oferece a todos a chance da salvação) e é Soberano (derrama Sua graça e Sua ira como quer). Ele quer que todos se salvem, mas não tolera certos níveis de depravação.


É verdade que algumas vezes Deus impõe Sua vontade no coração de alguém para cumprir seus propósitos. Mas quando faz isso, Ele não leva a pessoa a pecar. Por exemplo, Deus fez Ciro libertar o povo judeu (Is:45:1ss), e não havia nada de pecaminoso nisso.


Os arminianos não negam a Soberania divina. Reconhecemos que Deus deu liberdade aos homens, e Ele intervém quando e onde quiser.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Como Falta Amor aos Cristãos

Como Falta Amor aos Cristãos!!

Uma das piores afirmações que li até hoje advindas de um pastor é as que transcrevi abaixo (do livro Confissões de um Pastor).

Na Bíblia o pastor é chamado para cuidar com amor das ovelhas.
1Pedro:5:2: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;

Como pastor, bem sei que muitas pessoas traem nossa confiança, que outros nos decepcionam e que há pessoas que realmente são mais difíceis de lidar.

Mas um pastor que serve às pessoas sem amá-las precisa largar o ministério com urgência, ou precisa se converter, pois a Bíblia diz claramente:

1João:4:20: Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?

A Bíblia ensina a amarmos a todos com amor-ágape.
Talvez as dificuldades do pastor Craig tenha sido em amar as pessoas com amor-philia (amizade). Esse amor leva mais tempo pra aparecer e na verdade só se desenvolve com poucas pessoas, aquelas com as quais cultivamos amizade.


O pastor Craig fala que não gosta de muitos cristãos.
Podemos não gostar de muitas coisas que as pessoas fazem, mas a Bíblia nos chama a amá-las mesmo assim.

1Cor:13:3: E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

Pr Cleber.
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Muitos Cristãos são insuportáveis!










Eu amo Jesus. O que me deixa maluco são seus seguidores. Para ser sincero, não gosto de muitos cristãos. Note bem, eu não disse “alguns” cristãos; eu disse “muitos”. Não gosto deles — não gosto mesmo, nem um pouquinho. Por várias vezes, prefiro andar com gente doida, profana, incrédula e perdida do que com aqueles que se dizem cristãos, mas, na verdade, são fariseus de mente limitada e metidos a críticos.

Tenho um amigo que é pastor de uma grande igreja. Certa vez, durante uma entrevista, ele disse ao repórter que orava seis horas por dia. O jornalista, muito impressionado, perguntou por que ele orava tanto tempo. O pastor respondeu, com toda franqueza: “Minha igreja é muito grande, e odeio muitas pessoas que fazem parte dela. Preciso orar seis horas por dia para que Deus me ajude a amá-las”.

Gostaria de amar todos os cristãos, mas não consigo. E vou enumerar algumas razões pelas quais isso acontece.

Não gosto de muitos cristãos pela capacidade que possuem de ser terrivelmente críticos. Eles assumem aquela pose do tipo sou-mais-santo-que-você e se consideram melhores do que todo mundo. Brigam e discutem pelos motivos mais ridículos.

• “Você está lendo a versão errada da Bíblia.”

• “O estilo de louvor de sua igreja é sem graça.”

• “O ensino sobre o Antigo Testamento é insuficiente.”

• “Por que não prega mais sermões expositivos?”

• “Sua igreja deveria realizar mais trabalhos evangelísticos.”

• “Você é por demais evangelista, devia se preocupar mais com o discipulado.”

Esses especialistas em igreja costumam ser os mesmos que não sabem dizer o nome do vizinho não-cristão. Aaaarghhh! Fico doen-te com esse tipo de gente. E quando o tema da conversa ultrapassa as questões da igreja, a coisa é ainda pior:

• “Evangélicos só devem assistir a filmes cristãos, que não são violentos.” (Adorei ver a cara dessas pessoas quando A paixão de Cristo, de Mel Gibson, foi lançado.)

• “Quem ouve música do mundo vai para o inferno.”

• “Cristão não faz tatuagem.”

• “Os Teletubbies são coisa do Diabo.”

• “Cristão de verdade não vai à Disney.”


Não consigo imaginar Jesus escrevendo frases como essas no chão.

Outro tipo que faz meu estômago revirar é aquele pregador furioso: “Se você não se converter, vai queimar no inferno, pecador!”. Por experiência, posso dizer que os pregadores nervosinhos em geral pecam tanto quanto (ou mais do que) as pessoas a quem costumam pregar.

Se o que você leu até agora ainda não é suficiente para convencê-lo, ainda há mais: certos cristãos são muito esquisitos. É só dar uma olhada nos programas evangélicos exibidos na televisão. Alguns deles complicam muito o meu trabalho. Em tese, remo no mesmo barco, mas confesso que fico tentado a fazer piada das muitas bobagens que vejo.

Não é de admirar que não-cristãos assistam a esses programas só para rir. Sei que há muitos ministérios cristãos sérios que ocupam espaços na grade de horários da televisão, e dou o maior apoio. Mas, sejamos sinceros, existe muita coisa bastante bizarra para ver.

Se você se sente ofendido com o que acabou de ler, peço que coloque a mão na consciência e seja franco: já reparou no jeito que muitos televangelistas se vestem? Junte-se a isso a maquiagem forte e o cabelo cheio de laquê das mulheres desses pastores-apresentadores. Parece até um cafetão acompanhado de uma perua — é possível até que um cafetão e uma perua de verdade se vistam e se maquiem melhor.

Isso sem falar no grande engodo que é o discurso antibíblico: “Deus quer que seus filhos sejam ricos, por isso posso andar por aí em carros de luxo”. Para completar, eles ainda pregam no melhor estilo vou-pegar-seu-dinheiro, finalizando todas as falas com aquele “amém?” constrangedor. “Jesus ressuscitou dentre os mortos, amém? E ele está pronto para perdoar seus pecados, amém? Clame pelo Senhor agora, amém?”. Isso me embrulha o estômago, amém?

O que é isso?

O pior de tudo, porém, é o potencial de certos evangélicos à hipocrisia mais nojenta. São capazes de dizer uma coisa e fazer outra completamente diferente. Isso não apenas macula o nome de Jesus, como também fornece mais munição para esse mundo incrédulo usar contra o corpo de Cristo. É como o sujeito que procurou certo pastor protestante e perguntou:

— Pastor, será que o senhor faria o funeral de meu cachorro?

— Não fazemos funerais de cachorros — o pastor respondeu.

— Que pena — disse o homem, aparentemente decepcionado, mas rindo por dentro. — Eu estava disposto a fazer uma oferta de 100 mil para a igreja. Pelo jeito, terei de procurar outra.

— Opa, espere um pouquinho — reagiu o pastor. — Por que você não disse antes que seu cachorro era protestante?

Essas são algumas das razões pelas quais não gosto de muitos cristãos. Para falar a verdade, muitos deles também não gostam de mim. Dizem que sou radical demais. Que minha teologia é rasa. Que sou bom mesmo é de marketing. E meu pecado imperdoável: sou pastor de uma “megaigreja” (o que, automaticamente, faz de mim um egocêntrico que só se preocupa com dinheiro).

Agora que meus motivos já estão expostos, podemos começar. Espero que cheguemos aonde Deus deseja: um lugar que, provavelmente, não é o que ocupo agora. De qualquer maneira, sinto-me melhor depois de desabafar. Obrigado pela atenção que me dispensou até agora.


O cristão de quem menos gosto.

Se você acha que minha cisma é apenas com evangélicos de outras igrejas, está enganado. Quando olho para minha igreja, encontro muitas pessoas das quais também não gosto. Não tenho o menor interesse em saber o que querem e como vivem. Fico bastante perturbado com isso, doente mesmo.

Há um tipo de cristão que considero o pior de todos, disparado. É o que mais me aborrece. Tira meu sono. Embrulha meu estômago. O cristão que mais detesto… sou eu!

Não estou brincando. Detesto muitas coisas em mim. Detesto ser menos do que aquilo que Cristo deseja. Tenho nojo de mim quando digo coisas que não deveria e que são incoerentes com a Palavra de Deus.

Detesto quando, na condição de líder, tomo decisões que magoam as pessoas. Detesto quando minhas atitudes pecaminosas magoam os seguidores de Cristo e afugentam os não-cristãos. Detesto essas coisas que vejo em mim.

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Fonte: Livro: Confissões de um pastor / Editora: Mundo Cristão via PavaBlog